Texto: Lucas 10:38- 42
Introdução: Você tem vivido agitado de um lado para o outro, correndo atrás de muitas coisas?
Ou tem vivido uma vida tranqüila e abençoada aos pés de Jesus?
Lembre-se de que, ouvir a Jesus é a melhor coisa que existe. Por isso, aquiete-se porque Ele deseja falar com você.
A) O retrato de Marta: uma vida sem paz e direção
1- Estava agitada - v.40
2- Ocupada em muitos serviços
3- Preocupada com muitas coisas - v.41
4- Estava nervosa com a atitude de sua irmã Maria - v.40
5- Estava sem tempo para ouvir a Jesus - Ec 3:1-8
B) O retrato de Maria: uma vida tranqüila e equilibrada
1- Priorizou a pessoa de Jesus acima dos afazeres do dia-a-dia - Lc 10:40
2- Buscou os seus ensinamentos - Lc 10: 39
3- Prostrou-se aos seus pés numa atitude de adoração e humildade.
4- Não se preocupou com as críticas da sua irmã - v.40
5- Recebeu a melhor parte - v.42; Sl 1
C) Dos dois exemplos citados, qual deles mais retrata a sua vida hoje? Mt 6:25-34
1- Vale a pena viver uma vida de agitação?
2- Vale a pena viver uma vida sem os ensinamentos de Jesus?
3- Vale a pena viver preocupado (a) com muitas coisas?
4- Vale a pena viver nervoso e irritado (a) com as pessoas?
Conclusão: “Não ter tempo para Deus, é viver perdendo tempo.” Por isso, peça a Deus para que te ajude a colocar o exemplo de Maria em prática em sua vida e passe a escolher a melhor parte. Isaías 26.3 nos diz que o Senhor conservará em paz, aquele cuja mente está firme n'Ele.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Objetivo de Vida
Texto: “Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 1.10,11).
Introdução: Muitas pessoas estabelecem metas, mas poucas chegam a estabelecer um objetivo de vida. Metas estão relacionadas com áreas específicas da vida: carreira, finanças, família, aposentadoria e outros aspectos importantes. Objetivo de vida, porém, estabelece direção para a vida inteira. Seu objetivo de vida é o que determina o panorama maior, a abordagem geral que você adota em sua vida.
Há quatro tremendos benefícios em considerar e colocar por escrito um objetivo de vida:
1. Reduz frustração simplificando a tomada de decisão.
Todos os dias encaramos uma variedade de escolhas e, geralmente, bastante complexas. Ter um objetivo de vida nos dá parâmetro para avaliar qual alternativa é a melhor.
2. Aumenta motivação.
Um objetivo de vida correto servirá de inspiração para que nos levantemos pela manhã e persistamos mesmo quando quisermos desistir. “Quando não há visão, o povo perece” (Provérbios 29.18 – tradução livre).
3. Permite concentração.
Sucesso é, em grande parte, resultado da concentração em uma coisa e fazê-la bem. Certo apresentador de notícias da TV exibia uma placa em sua escrivaninha com a pergunta: “O que estou fazendo agora vai beneficiar este programa?” Objetivo de vida nos ajuda a manter o foco em nosso tempo, energia e recursos.
4. Atrai cooperação.
É notório que quando decidimos onde queremos chegar na vida, outras pessoas passarão a acompanhar-nos. As pessoas seguem aqueles que descobriram claramente quem são e o que desejam realizar.
Encontre tempo durante esta semana para ficar sozinho em um lugar sossegado e pensar sobre seu objetivo de vida. Sugiro os três passos a seguir:
1. Identifique seus dons e talentos.
Pergunte: “Em que eu sou bom?” e, “O que eu realmente gosto de fazer porque o faço bem?” Quando Deus planejou criá-lo dotou o seu DNA – sua estrutura e predisposição genética – de características e habilidades específicas. A combinação destes traços faz de você uma pessoa única. Deus quer que você faça aquilo para o qual Ele já o dotou.
2. Reveja suas experiências.
Pergunte: “O que tenho aprendido?” As maiores lições surgem de nossos sofrimentos e dores. Isso precisa ser computado em seu objetivo de vida.
3. Decida o que é realmente importante.
O urgente nem sempre é o mais importante. William James, um dos pioneiros da psicologia, disse certa vez: “O melhor uso para sua vida é investi-la em algo que permanecerá depois dela”. Sendo assim, pergunte a si mesmo: “O que será que vai durar por mais tempo?”
Conclusão: A Bíblia oferece este sábio conselho: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida...Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e seus passos serão seguros” (Provérbios 4.23,25,26).
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Que acha da ideia de ter um objetivo de vida?
2. Se lhe pedissem para definir seu objetivo de vida, ou uma declaração de missão pessoal, o que você responderia?
3. Você concorda que seria proveitoso que todos tivessem um objetivo de vida específico e claramente delineado?
4. Se você não tem ainda algo claramente articulado que funcione como seu objetivo de vida, que ações poderia adotar para formular um?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 16.3; Isaías 50.4-10; Romanos 8.28-30; Filipenses 3.10-14.
Introdução: Muitas pessoas estabelecem metas, mas poucas chegam a estabelecer um objetivo de vida. Metas estão relacionadas com áreas específicas da vida: carreira, finanças, família, aposentadoria e outros aspectos importantes. Objetivo de vida, porém, estabelece direção para a vida inteira. Seu objetivo de vida é o que determina o panorama maior, a abordagem geral que você adota em sua vida.
Há quatro tremendos benefícios em considerar e colocar por escrito um objetivo de vida:
1. Reduz frustração simplificando a tomada de decisão.
Todos os dias encaramos uma variedade de escolhas e, geralmente, bastante complexas. Ter um objetivo de vida nos dá parâmetro para avaliar qual alternativa é a melhor.
2. Aumenta motivação.
Um objetivo de vida correto servirá de inspiração para que nos levantemos pela manhã e persistamos mesmo quando quisermos desistir. “Quando não há visão, o povo perece” (Provérbios 29.18 – tradução livre).
3. Permite concentração.
Sucesso é, em grande parte, resultado da concentração em uma coisa e fazê-la bem. Certo apresentador de notícias da TV exibia uma placa em sua escrivaninha com a pergunta: “O que estou fazendo agora vai beneficiar este programa?” Objetivo de vida nos ajuda a manter o foco em nosso tempo, energia e recursos.
4. Atrai cooperação.
É notório que quando decidimos onde queremos chegar na vida, outras pessoas passarão a acompanhar-nos. As pessoas seguem aqueles que descobriram claramente quem são e o que desejam realizar.
Encontre tempo durante esta semana para ficar sozinho em um lugar sossegado e pensar sobre seu objetivo de vida. Sugiro os três passos a seguir:
1. Identifique seus dons e talentos.
Pergunte: “Em que eu sou bom?” e, “O que eu realmente gosto de fazer porque o faço bem?” Quando Deus planejou criá-lo dotou o seu DNA – sua estrutura e predisposição genética – de características e habilidades específicas. A combinação destes traços faz de você uma pessoa única. Deus quer que você faça aquilo para o qual Ele já o dotou.
2. Reveja suas experiências.
Pergunte: “O que tenho aprendido?” As maiores lições surgem de nossos sofrimentos e dores. Isso precisa ser computado em seu objetivo de vida.
3. Decida o que é realmente importante.
O urgente nem sempre é o mais importante. William James, um dos pioneiros da psicologia, disse certa vez: “O melhor uso para sua vida é investi-la em algo que permanecerá depois dela”. Sendo assim, pergunte a si mesmo: “O que será que vai durar por mais tempo?”
Conclusão: A Bíblia oferece este sábio conselho: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida...Olhe sempre para a frente, mantenha o olhar fixo no que está adiante de você. Veja bem por onde anda, e seus passos serão seguros” (Provérbios 4.23,25,26).
Questões Para Reflexão ou Discussão
1. Que acha da ideia de ter um objetivo de vida?
2. Se lhe pedissem para definir seu objetivo de vida, ou uma declaração de missão pessoal, o que você responderia?
3. Você concorda que seria proveitoso que todos tivessem um objetivo de vida específico e claramente delineado?
4. Se você não tem ainda algo claramente articulado que funcione como seu objetivo de vida, que ações poderia adotar para formular um?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 16.3; Isaías 50.4-10; Romanos 8.28-30; Filipenses 3.10-14.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Fazendo um Check-Up da Alma
Texto: Sl. 126
Introdução: O Salmo 126 descreve o passado, o presente e o futuro. O salmista olha para o passado com gratidão pelo livramento recebido (v. 1-3); olha para o presente com um profundo senso de carência da intervenção divina (v. 4) e olha para o futuro com ardente expectativa de abundantes colheitas (v. 5,6).
O Salmo 126 faz uma verdadeira diagnose da vida, um check-up da alma, uma avaliação profunda da caminhada. Vamos observar essa tri-dimensão apontada pelo salmista, buscando uma aplicação oportuna para os nossos dias.
1. Olhando para o passado com gratidão – “Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres” (v. 1-3).
Jerusalém havia sido cercada, invadida, saqueada e ferida pelos caldeus. Nabucodonosor impiedosamente feriu à espada homens, mulheres e crianças. Muitos, entrincheirados, morreram de fome e sede antes de serem esmagados pela truculência babilônica. O povo hebreu foi arrastado como um bando de animais para a Babilônia dos ídolos e da feitiçaria. Setenta anos se passaram e Deus abriu-lhes a porta da prisão, quebrou-lhes os grilhões de ferro, e eles voltaram para a sua terra, reconstruíram o templo, resgataram seus sonhos e continuaram servindo ao Deus vivo.
A libertação milagrosa do povo hebreu do cativeiro babilônico foi uma intervenção portentosa de Deus além das expectativas do povo (v. 1), um testemunho entre as nações (v. 2) e um motivo de grandiosa e exultante alegria (v. 3). De igual modo, quando olhamos para o passado, contemplamos também a obra libertadora de Deus em nossa vida. Ele nos libertou do império das trevas. Ele quebrou os grilhões do pecado que nos mantinha cativos. Ele decretou a nossa alforria e a nossa libertação. Hoje somos livres para servirmos ao Senhor.
2. Olhando para o presente com clamor – “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (v. 4).
O Salmista celebra o passado, mas roga a intervenção divina no presente. As vitórias de ontem não servem para nos conduzir em triunfo hoje. A vida do povo estava árida como o deserto do Neguebe. A sequidão havia tomado conta do mesmo povo que estava exultante no passado.
O Salmista não se acomoda; ele clama por intervenção divina. Ele sabe que a crise não é final. Ele sabe que Deus ainda pode intervir. Ele sabe que só Deus pode reverter a situação. Ele sabe que Deus pode fazer o deserto florescer. Ele sabe que rios caudalosos podem rasgar as entranhas do deserto e onde a morte mostrava sua carranca surgir um belo cenário de vida. Por isso ele ora e clama, dizendo: “Restaura Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe”. Hoje, ainda, Deus pode fazer o deserto florescer. A sequidão espiritual pode acabar. Rios de água viva podem fluir do seu interior. Sua vida pode reverdecer e frutificar para a glória de Deus. Um avivamento glorioso pode visitar sua alma e fazer de você um jardim engrinaldado de flores e um pomar de deliciosos frutos para Deus.
3. Olhando para o futuro com expectativa – “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v. 5,6).
O Salmista não pensa numa vida abundante apenas para si mesmo, ele quer ser um semeador. Ele está disposto a sair ainda que com lágrimas semeando a boa semente. A semeadura exige esforço e determinação. O semeador precisa sair e andar. Muitas vezes o semeador rega o solo com suas próprias lágrimas. Mas, não há semeadura sem colheita nem lágrimas sem júbilo nessa bendita empreitada. A semeadura é com lágrimas, mas a colheita é certa e com júbilo.
Conclusão: Ainda hoje é tempo de semear. Temos a boa semente e o campo já está preparado para recebê-la. Você é um semeador. Lance essa semente nos corações e prepare-se para uma colheita abundante e jubilosa!
Introdução: O Salmo 126 descreve o passado, o presente e o futuro. O salmista olha para o passado com gratidão pelo livramento recebido (v. 1-3); olha para o presente com um profundo senso de carência da intervenção divina (v. 4) e olha para o futuro com ardente expectativa de abundantes colheitas (v. 5,6).
O Salmo 126 faz uma verdadeira diagnose da vida, um check-up da alma, uma avaliação profunda da caminhada. Vamos observar essa tri-dimensão apontada pelo salmista, buscando uma aplicação oportuna para os nossos dias.
1. Olhando para o passado com gratidão – “Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres” (v. 1-3).
Jerusalém havia sido cercada, invadida, saqueada e ferida pelos caldeus. Nabucodonosor impiedosamente feriu à espada homens, mulheres e crianças. Muitos, entrincheirados, morreram de fome e sede antes de serem esmagados pela truculência babilônica. O povo hebreu foi arrastado como um bando de animais para a Babilônia dos ídolos e da feitiçaria. Setenta anos se passaram e Deus abriu-lhes a porta da prisão, quebrou-lhes os grilhões de ferro, e eles voltaram para a sua terra, reconstruíram o templo, resgataram seus sonhos e continuaram servindo ao Deus vivo.
A libertação milagrosa do povo hebreu do cativeiro babilônico foi uma intervenção portentosa de Deus além das expectativas do povo (v. 1), um testemunho entre as nações (v. 2) e um motivo de grandiosa e exultante alegria (v. 3). De igual modo, quando olhamos para o passado, contemplamos também a obra libertadora de Deus em nossa vida. Ele nos libertou do império das trevas. Ele quebrou os grilhões do pecado que nos mantinha cativos. Ele decretou a nossa alforria e a nossa libertação. Hoje somos livres para servirmos ao Senhor.
2. Olhando para o presente com clamor – “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (v. 4).
O Salmista celebra o passado, mas roga a intervenção divina no presente. As vitórias de ontem não servem para nos conduzir em triunfo hoje. A vida do povo estava árida como o deserto do Neguebe. A sequidão havia tomado conta do mesmo povo que estava exultante no passado.
O Salmista não se acomoda; ele clama por intervenção divina. Ele sabe que a crise não é final. Ele sabe que Deus ainda pode intervir. Ele sabe que só Deus pode reverter a situação. Ele sabe que Deus pode fazer o deserto florescer. Ele sabe que rios caudalosos podem rasgar as entranhas do deserto e onde a morte mostrava sua carranca surgir um belo cenário de vida. Por isso ele ora e clama, dizendo: “Restaura Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe”. Hoje, ainda, Deus pode fazer o deserto florescer. A sequidão espiritual pode acabar. Rios de água viva podem fluir do seu interior. Sua vida pode reverdecer e frutificar para a glória de Deus. Um avivamento glorioso pode visitar sua alma e fazer de você um jardim engrinaldado de flores e um pomar de deliciosos frutos para Deus.
3. Olhando para o futuro com expectativa – “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v. 5,6).
O Salmista não pensa numa vida abundante apenas para si mesmo, ele quer ser um semeador. Ele está disposto a sair ainda que com lágrimas semeando a boa semente. A semeadura exige esforço e determinação. O semeador precisa sair e andar. Muitas vezes o semeador rega o solo com suas próprias lágrimas. Mas, não há semeadura sem colheita nem lágrimas sem júbilo nessa bendita empreitada. A semeadura é com lágrimas, mas a colheita é certa e com júbilo.
Conclusão: Ainda hoje é tempo de semear. Temos a boa semente e o campo já está preparado para recebê-la. Você é um semeador. Lance essa semente nos corações e prepare-se para uma colheita abundante e jubilosa!
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O que não fazer quando os inimigos sobem contra nós
Texto: Jz 6:1-15.
Introdução: Os inimigos do homem espiritual são os demônios e eles podem ter permissão para entrar na vida daqueles que fizeram mau aos olhos do Senhor. Mas qual a vontade de Deus: que os demônios entrem e façam arruaça na vida de um crente? Não, a vontade de Deus é que mudemos de vida e que seu nome seja glorificado por isso. Aconteceu isso na época dos juízes e Deus nos ensina o que fazer nessa hora:
1. Não faça covas. Covas são buracos verticais no chão que isolam uma ou mais pessoas, pois há pouco espaço. Tem um significado de isolamento dos irmãos, da congregação, das pessoas que podem nos ajudar. Portanto Deus quer que ajudemos uns aos outros.
2. Não faça cavernas. Cavernas são buracos horizontais que não permitem ver o céu, olhar para cima. Isto significa que quando estamos debaixo de guerra espiritual precisamos olhar para cima, para a esperança de Cristo, do alto, orar a Deus e sairmos da caverna. Elias entrou numa caverna porque tinha perdido a esperança, estava confuso e triste e Deus o tirou de lá.
3. Não faça fortificações. Barreiras humanas não detém os demônios, eles vão passar por cima de qualquer tipo de atitude humana, providência humana ou qualquer força humana. Eles só irão respeitar o que é divino e daí precisamos depender de Deus.
4. Israel orou ao Senhor para livramento. No versículo sétimo Israel clama ao Senhor e depois Deus começa o livramento.
5. A primeira ação de Deus foi levantar um profeta. Quando estamos diante da guerra espiritual, somente temos a Palavra de Deus que nos garante a vitoria, ela é a profecia contra satanás e suas ações.
6. Deus levanta do fraco a força. Assim é o agir de Deus na nossa vida, usando aquilo ou aquele a quem desprezamos, que achamos fraco. Por isso Deus levantou a Gideão. Deus vai realizar uma obra na sua vida de onde você menos espera, para te fazer maravilhar com Ele e glorifica-lo.
Introdução: Os inimigos do homem espiritual são os demônios e eles podem ter permissão para entrar na vida daqueles que fizeram mau aos olhos do Senhor. Mas qual a vontade de Deus: que os demônios entrem e façam arruaça na vida de um crente? Não, a vontade de Deus é que mudemos de vida e que seu nome seja glorificado por isso. Aconteceu isso na época dos juízes e Deus nos ensina o que fazer nessa hora:
1. Não faça covas. Covas são buracos verticais no chão que isolam uma ou mais pessoas, pois há pouco espaço. Tem um significado de isolamento dos irmãos, da congregação, das pessoas que podem nos ajudar. Portanto Deus quer que ajudemos uns aos outros.
2. Não faça cavernas. Cavernas são buracos horizontais que não permitem ver o céu, olhar para cima. Isto significa que quando estamos debaixo de guerra espiritual precisamos olhar para cima, para a esperança de Cristo, do alto, orar a Deus e sairmos da caverna. Elias entrou numa caverna porque tinha perdido a esperança, estava confuso e triste e Deus o tirou de lá.
3. Não faça fortificações. Barreiras humanas não detém os demônios, eles vão passar por cima de qualquer tipo de atitude humana, providência humana ou qualquer força humana. Eles só irão respeitar o que é divino e daí precisamos depender de Deus.
4. Israel orou ao Senhor para livramento. No versículo sétimo Israel clama ao Senhor e depois Deus começa o livramento.
5. A primeira ação de Deus foi levantar um profeta. Quando estamos diante da guerra espiritual, somente temos a Palavra de Deus que nos garante a vitoria, ela é a profecia contra satanás e suas ações.
6. Deus levanta do fraco a força. Assim é o agir de Deus na nossa vida, usando aquilo ou aquele a quem desprezamos, que achamos fraco. Por isso Deus levantou a Gideão. Deus vai realizar uma obra na sua vida de onde você menos espera, para te fazer maravilhar com Ele e glorifica-lo.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A Natureza da Santificação
Texto: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.13-16).
Introdução:
Permanecer na presença de Deus requer que sejamos santos. Esta palavra tem vários sentidos.
1. Separação:
a. A idéia de separação na Bíblia.
“Então, os que temiam ao Senhor falavam uns aos outros; o Senhor atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao Senhor e para os que se lembram do seu nome. Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve. Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve” (Ml 3.16-18).
Veja: (Gn 1.4; Ex 8.22,23; 10.23; 11.7; Mt 25.31-33).
b. Não há comunhão das coisas de Deus com as coisas mundanas.
“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Co 6.14-18).
c. A única mistura que a Bíblia recomenda.
É no sentido de exercermos nossa influência positiva por Cristo (Mt 5.14-16).
O cristão ou é bigorna ou é martelo, ou ele molda ou é moldado (1 Pe 1.14-16).
2. Dedicação.
a. Somos pessoas dedicadas, oferecidas, ofertadas a Deus para seu serviço.
Exemplos:
Samuel (1 Sm 1.11,27,28).
Sansão (Jz 13.2-5).
3. Purificação.
Duas palavras muito fortes: purificação e limpeza.
a. Deus usa vasilhas limpas, lavadas, purificadas.
b. É interessante observar como a santidade de Deus exigia limpeza no arraial de Israel.
c. Jesus discute a idéia de limpeza em João 15.
d. A purificação é algo que acontece como ação de Deus (Sl 51).
e. Vivemos em meio a uma verdadeira podridão moral, ética. Somos uma sociedade podre. Mas o povo de Deus é como o lírio que em meio à poluição conserva sua alvura (Ec 9.8).
f. Limpeza dos olhos, dos lábios, dos pensamentos, das mãos, dos atos (Sl 15).
4. Consagração.
Consagração é um gesto do cristão, declarando em palavras e atos que tudo nele pertence ao Senhor e será para glória de Deus. Consagração envolve todo o nosso ser, recursos, tempo e atitudes.
5. Serviço.
Serviço que se apresenta como culto. Como adoração. Toda a vida do cristão se expressa no culto. E culto não se limita a um ato litúrgico que se dá em um prédio, culto é um estilo de vida, é uma vida vivida em constante adoração a Jesus.
Conclusão: Que o Senhor, pela sua graça, cumpra em nós todos os seus propósitos
Introdução:
Permanecer na presença de Deus requer que sejamos santos. Esta palavra tem vários sentidos.
1. Separação:
a. A idéia de separação na Bíblia.
“Então, os que temiam ao Senhor falavam uns aos outros; o Senhor atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao Senhor e para os que se lembram do seu nome. Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve. Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve” (Ml 3.16-18).
Veja: (Gn 1.4; Ex 8.22,23; 10.23; 11.7; Mt 25.31-33).
b. Não há comunhão das coisas de Deus com as coisas mundanas.
“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Co 6.14-18).
c. A única mistura que a Bíblia recomenda.
É no sentido de exercermos nossa influência positiva por Cristo (Mt 5.14-16).
O cristão ou é bigorna ou é martelo, ou ele molda ou é moldado (1 Pe 1.14-16).
2. Dedicação.
a. Somos pessoas dedicadas, oferecidas, ofertadas a Deus para seu serviço.
Exemplos:
Samuel (1 Sm 1.11,27,28).
Sansão (Jz 13.2-5).
3. Purificação.
Duas palavras muito fortes: purificação e limpeza.
a. Deus usa vasilhas limpas, lavadas, purificadas.
b. É interessante observar como a santidade de Deus exigia limpeza no arraial de Israel.
c. Jesus discute a idéia de limpeza em João 15.
d. A purificação é algo que acontece como ação de Deus (Sl 51).
e. Vivemos em meio a uma verdadeira podridão moral, ética. Somos uma sociedade podre. Mas o povo de Deus é como o lírio que em meio à poluição conserva sua alvura (Ec 9.8).
f. Limpeza dos olhos, dos lábios, dos pensamentos, das mãos, dos atos (Sl 15).
4. Consagração.
Consagração é um gesto do cristão, declarando em palavras e atos que tudo nele pertence ao Senhor e será para glória de Deus. Consagração envolve todo o nosso ser, recursos, tempo e atitudes.
5. Serviço.
Serviço que se apresenta como culto. Como adoração. Toda a vida do cristão se expressa no culto. E culto não se limita a um ato litúrgico que se dá em um prédio, culto é um estilo de vida, é uma vida vivida em constante adoração a Jesus.
Conclusão: Que o Senhor, pela sua graça, cumpra em nós todos os seus propósitos
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Os quatro degraus da queda de Pedro
Texto: “Ele, porém, respondeu: Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte. Mas Jesus lhe disse: Afirmo-te, Pedro, que, hoje, três vezes negarás que me conheces, antes que o galo cante” (Lc 22.33, 34).
Introdução:
Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os quatro degraus de sua queda.
1. Autoconfiança
“Ele, porém, respondeu: Senhor estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (Lc 22.33).
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.
2. Indolência
“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.45, 46).
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.
As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.
3. Precipitação
“Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita” (Lc 22.50).
Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.
Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.
4. Seguia a Jesus de longe
“Então, prendendo-o, o levaram e o introduziram na casa do sumo sacerdote. Pedro seguia de longe” (Lc 22.54).
Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.
Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Frequentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.
Conclusão:
Ao olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele. Amém
Introdução:
Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os quatro degraus de sua queda.
1. Autoconfiança
“Ele, porém, respondeu: Senhor estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (Lc 22.33).
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.
2. Indolência
“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.45, 46).
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.
As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.
3. Precipitação
“Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita” (Lc 22.50).
Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.
Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.
4. Seguia a Jesus de longe
“Então, prendendo-o, o levaram e o introduziram na casa do sumo sacerdote. Pedro seguia de longe” (Lc 22.54).
Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.
Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Frequentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.
Conclusão:
Ao olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele. Amém
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