quarta-feira, 11 de março de 2009

TRIGO OU PALHA??

palavra de 08 à 14 de março

MT 3:1-12

INTRODUÇÃO:

João Batista, profeta precursor do Senhor Jesus, João significa “Deus
teve misericórdia” e Batista refere-se a sua vocação especial de batizar, assinalando
arrependimento em preparação para a aceitação de Cristo. Ele era cheio do Espírito Santo e
esse foi o seu testemunho de JESUS.
Na terra de Israel nos tempos bíblicos, vivia-se e trabalhava-se no campo. Era esse o
ambiente comum. Por isso a Bíblia está cheia de ovelhas, bois, uvas, figos, azeitonas e trigo,
tudo servindo muitas vezes de ilustração para verdades espirituais.
No vs 12 do texto diz que “JESUS recolherá o seu trigo e queimará a palha”.

O QUE ISSO SIGNIFICA? VEJAMOS:

· O TRIGO
O trigo era particularmente importante por ser a matéria-prima do pão, o principal alimento.
Entre outras coisas, a farinha de trigo era aceita como oferenda a Deus (Lv 2:1). O trigo
representa a parte boa, o espírito vivificado, as vidas salvas por Jesus, aqueles que o
receberam pela fé.
Mas aquele grão precioso e nutritivo também tem um subproduto, muito volumoso, aliás: a
casca dentro da qual o grão cresce , e os restos da planta que não se aproveitam, a palha
enfim.

· A PALHA
A Bíblia também fala um bocada da palha, mas não muito favoravelmente. É sempre tida
como algo sem substância, que se perde com o vento (Sl 1:4) ou que só serve para queimar.
Nesta leitura está dizendo de “gente que é como palha”. E se essa gente formos nós?? No
Salmo 1 diz que são os “ímpios”, aqueles que desprezam Deus em sua vida. Pois é,
arrogantes:- Não preciso de Deus, sei cuidar da minha vida, e levanta a cabeça, como uma
espiga de trigo vazia de grãos e sem peso.

CONCLUSÃO:

Jesus o Pão da Vida, quer tornar-nos como Ele, uma benção para o9
mundo. Não O exclua da sua vida, para não virar palha que só serve para se perder por aí ou
queimar. JESUS na vida é que faz a diferença entre o grão e a palha.

quarta-feira, 4 de março de 2009

As Fontes de Mara

Palavra de 01 a 07 de Março

Texto: Ex 15.23-27


Introdução:

Um dos maiores milagres da história aconteceu na travessia do Mar Vermelho. A Bíblia relata nesse texto que eles passaram a pé enxuto. E tinham a boca cheia de cânticos e o coração transbordante de celebração. Eles adoraram a Deus e Miriam compôs uma canção de louvor e adoração em gratidão ao Senhor por ter aberto o mar. O povo estava cheio de um novo louvor e uma nova dança.

Esse foi o maior milagre coletivo. Nenhum deles se negou a atravessar o mar, achando que estariam entrando numa cilada, pensando que quando estivessem no meio o mar, ele iria se fechar. Mas, naquela hora, o povo foi tomado de uma coragem e um poder sobrenatural, porque os líderes iam à sua frente.

Os hebreus viram os egípcios sendo destruídos e experimentaram um grande livramento da parte de Deus. Eles caminharam por três dias no deserto, celebrando e dançando com alegria. E após isso tiveram sede; vendo-se no deserto sem água, rapidamente esqueceram da alegria experimentada anteriormente. Eles começaram a murmurar por causa da sede e debaixo de toda aquela murmuração, encontraram um poço de águas amargas e desejaram até beber daquela água. Por causa da sede, houve murmuração contra Deus e contra Moisés. Que lições podemos tirar para nossas vidas com esta experiência?


1. A murmuração torna a vida amarga - O povo não esperou Moisés buscar uma solução para encontrar água. Eles tomaram a iniciativa de irem até o poço e descobriram que as águas eram amargas. A murmuração destrói a vida de qualquer líder. Na precipitação, só encontramos águas amargas. Todas as vezes que não ouvimos o líder e nos precipitamos, encontramos águas amargas. A água amarga atuava como laxante.

Você pode imaginar três milhões de pessoas com diarréia no deserto, sem recursos, sem nada? Ao beber aquela água o povo estava reduzindo sua qualidade de vida. Moisés teve que fazer um ato profético para que aquelas águas se tornassem doces. O Senhor mandou que ele jogasse uma árvore nas águas para que o povo pudesse saciar a sua sede. Aqui está um dos primeiros atos proféticos.

Cortar uma árvore e jogar num poço daqueles, torna água doce? O que Deus fez? Mostrou que Jesus é água da vida e é o único que pode tornar nossas águas amargas em águas doces. Não há outro processo. A maioria de nós quando abre a boca sai água amarga. Sabemos quando a pessoa é amarga, por aquilo que ela fala. Precisamos nos libertar de toda a doutrina humanista, porque a nossa capacidade de convencimento muitas vezes quer argumentar contra o princípio.


2. A murmuração impede o povo de caminhar com o líder - Enquanto Moisés não fez os atos proféticos, o povo continuava com as águas amargas. Se nós não decidirmos caminhar com o líder, andando ao seu lado, vamos beber água amarga o resto da vida. Não há como ser diferente, porque o líder sabe administrar um pequeno poço para muita gente. Não existia nenhum líder administrador como Moisés, que alimentou três milhões de pessoas, deu-lhes de beber, fê-las andar na sombra.

Não existe um líder de êxito que não tenha aprendido a rota de calar a boca. Ou você aprende a controlar sua língua ou cava a sua cova.

3. A murmuração rouba a promessa - Todos os que murmuraram não entraram na terra prometida, foram tragados no deserto. Experimentaram de um grande milagre passando pelo meio do mar a pé enxuto, mas não alcançaram a promessa.

As águas de Mara eram um sinal. Elas representavam a vida daquele povo, pois eles eram amargos. Muitas vezes a comunidade é tremendamente prejudicada por causa de um que está dentro das fontes de Mara, jogando águas amargas nos outros, e os outros bebendo da água. E, quando descobrimos, é similar a passagem bíblica que diz: “filho do homem, há morte na panela”. Todos já comeram.

Conclusão:

A nossa boca pode assinar o óbito ou decretar a vida. O deserto tem o tamanho da nossa boca. Pela palavra que liberamos o deserto é alongado ou encurtado. Precisamos dominar a língua e aprender que a murmuração nos paralisa no deserto, mas o louvor e a gratidão pelos milagres na nossa vida nos leva a grandes conquistas.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

DIGA NÃO A INTIMIDAÇÃO

Palavra do dia 22 à 27 de Fereveiro

TEXTO: Neemias 6:9

INTIMIDAÇÃO É AMEAÇAR, COLOCAR MEDO, APAVORAR

Esta é a estratégia do maligno, através da intimidação gerar medo, insegurança, desconfiança. Fazer nós desistirmos das bençãos e dos propósitos de Deus. Ele se utiliza de meios, maneiras, estratégias, situações, palavras para nos enfraquecer.

EXEMPLOS NA PALAVRA:

JOSÉ... Seus irmãos motivados por ciúmes tentaram intimidá-lo para fazê-lo desistir dos seus sonhos (Genesis 37:18-20)

MOISES... Faraó tentou intimidá-lo redobrando o trabalho sobre o povo (Êxodo 5:6-9)

LEMBRE-SE: POSIÇÃO GERA OPOSIÇÃO - ATAQUE GERA CONTRA-ATAQUE - AÇÃO GERA REAÇÃO

DAVI... Golias tentou intimidá-lo com palavras ameaçadoras... desprezou, ameaçou, amaldiçoou...A intenção é nos ameaçar, amedontrar, apavorar (1 Samuel 17:43-44)

JESUS ... O diabo tentou intimidá-lo através da tentação (Mateus 4:3-4) e na travessia do mar (Marcos 4:37-40)

Esta é a estratégia do inimigo ... Gerar em você o medo para limitá-lo. Fazer você desistir da benção, recuar, desistir do milagre.

Se você tomou uma "DECISÃO" lembre-se haverá intimidação, mas não recue, siga em frente com a unção de ousadia.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

CONQUISTA

Texto: Josué 14:6-14

Introdução:
Deus quer não apenas nos abençoar, mas nos transformar em verdadeiros conquistadores. De que adianta conseguir uma benção, experimentar um milagre, mas seguir vivendo como um derrotado? O que o Senhor quer fazer em nós é mudar nossa atitude diante da vida, levando-nos a conquistar nossos ideais pela fé.
A Bíblia está cheia de exemplos de conquistadores. Calebe é um deles. Este homem guardou uma promessa de Deus por mais de quarenta anos e finalmente a conquistou. No dia em que o Senhor lhe prometeu o Monte Hebrom, Calebe concebeu um sonho. Mas sonhos são apenas sonhos, se não tivermos o caráter de vencedores. Vamos ver as marcas que fazem de um homem um conquistador em Deus:

1 – Ele guarda as promessas de Deus para sua vida – (Vs.6,7,9).
Calebe não tinha apenas sonhos humanos, mas buscou projetar sua vida de acordo com a Palavra de Deus. Uma vez que o Senhor lhe fez promessas, ele creu e não abriu mão delas. Por quarenta anos ele insistiu em crer e foi pela sua perseverança que Deus o abençoou.

2 – Ele não dá ouvidos às vozes da incredulidade – (V.8).
Se há um inimigo das nossas conquistas, esse inimigo é a incredulidade. Muitos tentarão nos convencer que o caminho da fé não nos levará a nada. Calebe foi um dos poucos em sua geração que creu no que Deus dizia. Ele não se amoldou aos incrédulos! Essa é ima marca dos conquistadores de sonhos.

3 – Ele reconhece o favor de Deus, mesmo quando ainda não tem tudo o que busca – (V.10).
Você seria capaz de esperar quarenta anos por uma bênção e ainda assim ter um coração agradecido? Pois Calebe reconhecia que a bênção do Senhor o mantivera vivo e com vigor! A gratidão é um segredo espiritual. Aquele que não vê a mão de Deus na dificuldade desanima e não consegue perseverar.

4 – Ele tem disposição de lutar pelos seus sonhos – (V.11).
O monte que Calebe queria estava cheio de inimigos, mas ele estava disposto a lutar contra eles. Muitas vezes pensamos que a fé nos livra das lutas e nos entrega a bênção “de mão beijada”, mas na verdade temos que pelejar pelo que almejamos, pois a fé não é um sentimento, mas uma atitude.

5 – Ele reivindica as promessas, confiando no poder de Deus – (V.12).
Um conquistador de sonhos pede objetivamente o que quer. Ele não espera passivamente que as coisas aconteçam, mas ora e insiste com Deus, confiando não na sua própria força, mas no poder do Altíssimo.

Conclusão:
Estamos iniciando um novo ano, um novo ciclo. Tempo de renovar as forças, a esperança, pois como Calebe, repousa sobre cada um de nós as promessas de um Deus que é Pai e jamais desampara ou frustra um filho

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O dia a dia do cristão

palavra de 08 à 14 de Fevereiro


“E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lc 9.23).

O que era a cruz nos tempos bíblicos?

A cruz era um poste, ou uma estaca, usado para o martírio de criminosos vis, entre os fenícios e cartaginenses e, posteriormente, foi usado pelos romanos. A execução era assistida por todos os que passavam. Após a sentença, o condenado deveria carregar o “patíbulum”, ou seja, a travessa da cruz enquanto o arauto levava, à sua frente, o título de sua condenação (a acusação que pesava sobre ele). Os condenados eram amarrados ou pregados sem suas vestes, expostos à vergonha em público. Era uma morte dolorosa, pois a pessoa morreria de exaustão, fome, sede e, finalmente, por asfixia, pelo peso do corpo pendurado... Era considerado “maldito” todo o que fosse pendurado em madeiro (ou estaca, ou árvore). Às vezes, os algozes quebravam as pernas dos condenados para apressar a sua morte, pois o tempo de vida, em grande sofrimento, variava de 36 horas a 9 dias.
Entre os romanos, somente os crimes mais hediondos, os criminosos mais vis, eram condenados à morte de cruz. Para os discípulos, na época de Jesus, o requisito de “tomar cada dia a sua cruz” soava de maneira forte (Fp 2.8), pois todos já haviam assistido a condenações nas cruzes pelas estradas do Império Romano (Mt 27.31-44).

O que Jesus queria dizer com a expressão: “tomar a cruz?”

“Tomar a cruz” para segui-lo significava entregar-se totalmente à vontade do Pai, em “morrer para o mundo”, em buscar a verdadeira realização na vida, que é seguir a Jesus na Terra, indo para os céus (Gl 6.14-16).
Quando as pessoas viam alguém carregando sua cruz, pensavam: “Aquele ali já está praticamente morto” (Rm 6.6). Quando seguimos a Jesus, as coisas deste mundo passam a não ser as mais importantes para nós (2Co 4.11). Não buscamos o reconhecimento dos homens e o brilho das glórias deste mundo (Gl 2.20), mas olhamos para uma pátria melhor, para uma eternidade de gozo com o Senhor (Rm 8.36).
Por causa do nome de Jesus, somos injuriados, caluniados, desprezados e até mesmo humilhados (2Co 4.11). Mas por causa deste mesmo nome, há autoridade espiritual sobre nossas vidas. O nosso nome está gravado no Livro da Vida e o Espírito Santo veio habitar em nós e ser o selo, o penhor, da nossa herança (2Tm 2.11).
Podemos afirmar que a cruz que tomamos é quando a nossa vontade é diferente da vontade de Deus, isto é, “cruza com ela”, ou a intercepta, e nós escolhemos fazer a vontade de Deus e não a nossa (1Co 1.17-31).
Cada um de nós tem a sua própria cruz (Lc 18.28-30). O nosso descanso, a nossa recompensa não está aqui neste mundo corrupto e mau, mas está em Cristo (Cl 3.3), nas coisas celestiais (Cl 3.4).
Apesar de viver neste mundo, o cristão não se conforma com ele (Rm 6.2, 11), isto é, não se acomoda (Rm 12.1-2), não toma a forma que ele impõe, mas renuncia as coisas más e perversas das trevas (com “maquiagem de luz”) e busca o que é do Alto, o que vem de Deus (Cl 3.1).

Como deve ser o dia a dia do cristão?

O dia a dia do cristão deve ser sempre na direção ao alvo proposto: “Olhando firmemente para Ele, autor e Consumador da nossa fé, Jesus, o qual, pela alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da vergonha.” (Hb 12.2).
Baseados no preço do discipulado que Jesus afirmou, de tomar a sua cruz e segui-lo (Lc 9.24), vemos que, a cada instante do nosso viver, haverá um desafio para honrar ao Senhor ou para pecar (Gl 5.24). Escolher, pois, a vontade de Deus significa seguir os seus preceitos. É ter uma vida nova, em santidade, em sua presença (Rm 6.4). É morrer para produzir frutos (Jo 12.24). É amar como Jesus amou (Jo 13.34). É perdoar aos que nos ofendem, injuriam e perseguem (Mc 11.25; Mt 5.44; Rm 12.14). É falar o que é bom e reto (Sl 19.14). É fazer o bem a todos (Gl 6.10). É orar uns pelos outros (Tg 5.16). É beber da Fonte de Vida Eterna e levar outros a conhecerem a Verdade (Jo 4.28-30, 42). É louvar e adorar a Deus em toda e qualquer circunstância (Sl 34.1). O dia a dia do cristão consiste, realmente, em tomar a sua própria cruz e seguir o Salvador até o fim.

Desafios para a semana:

Leia os textos seguintes e marque-os em sua Bíblia (decore-os): Ef 2.16; Cl 1.20; Cl 2.14, Gl 2.20.
O que ainda precisa “morrer” em seu caráter para ser mais parecido com Cristo?
Em seu dia a dia, você reconhece a atuação de Deus “moldando” o seu caráter?
Como podemos levar nossa cruz sem reclamar nada?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Cristo no Barco

Palavra de 01 à 07 de Fereveiro

Dar uma palavra de Animo para A célula e e reafirmar uma aliança com eles


Texto: Mc 4.35-41

Objetivo: Mostrar que com Cristo no barco atravessamos qualquer tempestade.

Contexto:
a) Jesus estava cansado e foi dormir enquanto os discípulos remavam para atravessarem para a terra dos gadarenos. (Mt 8.28).
b) Quando estavam no meio do mar enfrentaram uma tempestade.
c) Porque Deus permite que passemos por tempestades, lutas e sofrimentos? Para forjar o seu caráter em nós e mostrar o seu grandioso amor.

1. As tempestades sempre sobrevêm.

1.1 Sobreveio ao mar uma grande tempestade de ventos.
a) A tempestade é um fenômeno da natureza que está fora do controle humano•Nenhum de nós tem poder sobre a tempestade.
b) Geralmente as tempestades vêm e trazem morte e destruição.•Exemplo: as tempestades têm feito vítimas em todas as partes do mundo commilhares de desabrigados e muitos mortos.

1.2 As tempestades em nossas vidas.
a) Todos nós passamos por tempestades em algum momento de nossas vidas.Tempestades emocionais:
•Sentimentos de fracasso – não vou conseguir...
•Sentimento de roubo - roubaram o meu...
•Desejos de morrer – eu não presto.
•Depressão – não tenho desejo de nada...

Tempestades no mar da vida:
•A fúria do vento que dissipa as finanças.
•As águas dos problemas que invadem o barco.
•Os raios dos pensamentos diabólicos que passam em nossas mentes diariamente.

2. O controle do barco foi perdido.
2.1 Diante da tempestade os discípulos perderam o controle do barco.
a) Remavam, mas não saiam do lugar.
b) Tiravam a água, mas de novo o barco se enchia.
c) Ficaram molhados, nervosos, com medo, sem saída, desesperados, etc.

2.2 Sozinhos, é geralmente impossível controlar o barco da sua vida quando é açoitado pelas ondas dos problemas.
a) Quando você está no meio do mar (algum problema) e lutando contra a força datempestade (fatores externos ao seu controle), não dá para sair sozinho.
b) É melhor não gastar suas forças tentando remar sozinho.
c) A solução também não é retirar latinhas de água do barco.
d) Não tenha medo nem fique desesperado. Busque a solução certa.

3. Jesus estava presente, mas dormindo.
3.1 Acorde Jesus, pois Ele está dentro do seu barco.
a) Jesus sempre está presente no seu barco.
b) Na maioria das vezes é você quem toma a direção e deixa Jesus ocioso edormindo.
c) Faça como os discípulos, acorde a Jesus e entregue a Ele a direção do barco.

3.2 Os discípulos foram, repreendidos por sua falta de fé.
a) Você tem crido que Jesus pode acalmar as tempestades de sua vida? Confia N’Elepara isto?
b) Jesus repreendeu o vento e a tempestade e levou-os até o outro lado. Ele vai tefazer vencer as tempestades.

Conclusão:
a) Precisamos refletir e reavaliar nossa postura como cristão diante das tempestades.
b) Para enfrentarmos e vencermos as provações e tempestades, só necessitamos de ter uma fé sólida.
c) Deus quer nos dar uma vida próspera e abençoada, mas nossa fé deve estar fundamentada em Jesus, temos que ser firmes.
d) Orar para que o Senhor aumente sua fé e te faça vencedor.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Começo da Célula

Semana que vem começaremos nossa Célula e as palavras começaram a serem postadas